BANGKOK (templos, comidas, o que fazer etc) – TAILÂNDIA
Vamos ao que interessa:
Antes de mais nada precisamos fazer uma preliminar sobre a comida tailandesa. Já provou um pad thai? Já descobriu que o curry não é apenas aquele pozinho amarelo que vendem no supermercado?
Senão, deixa eu te dizer: primeiro, pad thai (phad thai ou phat thai) é o prato nacional que consta de uma macarronada de arroz, com camarões, amendoim, ovo mexido, broto de feijão e finalizada com molho de tamarindo agridoce. Soa exótico pra ti? Pois prove! É o putuffi-do-pipoco!! Gosta de yakissoba? Se gosta, vai amar esse rango batuta tailandês. A comida tailandesa, pros não iniciados é o equivalente à comida chinesa dos anos 80, à comida japonesa dos anos 90/00s… e assim por diante. É uma combinação de comida indiana com chinesa, digamos. Usam muito curry, leite de coco, coentro, legumes frescos. Outro prato famoso de lá é o Som Tam (ou salada de papaya verde), que é bastante condimentada e apimentadíssima.
Já o curry é outro detalhe importante que se deve mencionar previamente a sua viagem. Aquele produto padrão amarelado que compramos nos supermercados brasileiros é uma criação BRITÂNICA. Não é doido pensar isso? Primeira vez que me deparei com essa informação fiquei de queixo caído.
Isso mesmo; não é indiano como eu pensava, nem tailandês. Os ingleses, querendo simplificar e unificar os sabores da Índia criaram aquele pó amarelo cuja principal base é a cúrcuma, mas também vai pimenta do reino, gengibre, alho, dentre outras coisas mais. Na Tailândia irás encontrar com facilidade em restaurantes e também em prateleiras de supermercado os curries amarelo, mas também o verde e o vermelho. Isso mesmo: há essas outras duas variações dele que são simplesmente DIVINAS e DELICIOSAS. O curry verde geralmente leva pimenta verde fresca, raiz de coentro e raspas de limão ou folhas de um limão típico de lá; por sua vez o curry vermelho leva pimentas secas, galanga, raspas de limão, e grãos de cominho e coentro. Tudo amassado no pilão e assado na frigideira para exaltar seus sabores. Pense numa explosão de sabores! Os que já compramos no supermercado logicamente perdem um pouco de sua potência, pois não são frescos.
Outra característica de muitos pratos tailandeses, junto aos curries, é que são geralmente ensopados e o acompanhamento onipresente deles é arroz de jasmine. Já provou esse arroz? Ele tem grãos finos, longos e aromáticos; o sabor e cheiro lembra um pouco as flores de jasmim. Outro arroz bastante usado lá é o sticky rice, inclusive em sobremesas. Esse arroz, após o cozimento fica bastante grudento. Comi uma sobremesa que constava desse arroz grudento adocicado acompanhado de manga gelada. Delícia.
Assim como Lima no Peru, Bangkok na Tailândia é outro berço da GASTRONOMIA MUNDIAL. Só pelo número de restaurantes agraciados pelas tão cobiçadas estrelas Michelin, já se tem uma ideia do que tô falando. São 34 estabelecimentos com 1, 2 ou 3 estrelas Michelin.
Esteja preparado pra fazer sua pesquisa e determinar quais desses irás frequentar. Posso indicar um deles, que é uma biboquinha numa esquina em que a célebre chef Jay Fai prepara seu famoso omelete de caranguejo na cozinha aberta para a calçada (como aliás é bem comum por lá). O Raan Jay Fai tem uma estrela Michelin desde 2018 e a chef de cozinha que leva o nome do lugar tem incríveis 81 anos. Ela usa óculos de esqui para cozinhar e sua imagem já é icônica. Há um documentário de 30 minutos no Netflix sobre a chef Jay Fai na série Street Food Asia.
Além dos 34 restaurantes com estrelas Michelin, há 45 outros restaurantes com o selo Bib Gourmand da Michelin que indica estabelecimentos com excelente comida a preços moderados. Em um mês em Bangkok não daria pra comer em todos esses restaurantes premiados. Que dirá os outros restaurantes da cidade e a sua famosa comida de rua?
Fui ao restaurante do premiado chef indiano Gaggan Anand que ficou ainda mais famoso depois de um dos episódios do Chef’s Table da Netflix ser dedicado a ele, que já foi eleito o melhor chef de cozinha de toda a Asia mais de uma vez. Ele mesmo intitula sua comida como indiana progressiva.
Pense numas gostosuras. Tonho e Tonha se deleitaram por lá, criaram memórias, lembranças de sabores incríveis e exóticos que atingiram locais nunca antes explorados em nossas papilas gustativas. A criatividade de Gaggan também se imprimia no cardápio que continha emojis que descreviam cada um dos pratos servidos em sequência. Emolduramos esse cardápio de souvenir.
PAD THAI THIPSAMAI: O paraíso do Pad Thai em Bangkok! Se você vai pra Tailândia, já sabe: tem que comer muito pad thai! Aquele prato com macarrão de arroz, ovo, brotinho, camarão, amendoim, limão e molho de tamarindo… Mas, acredite, nenhum pad thai vai ser tão bom quanto o do Thip Samai. O lugar vive lotado, com fila na porta todo dia a partir das 17h, mas não se assuste! A fila anda rápido, porque os cozinheiros são muito eficientes e preparam os pratos na calçada, numa linha de produção frenética. Eles envolvem a massa numa camada fininha de ovo, é demais! Sério, o pad thai deles é sensacional. Porém, todavia, contudo, Tonha teve uma gastroenterite pesada no dia seguinte. Pode ter sido do camarão jumbo que ela pediu pra rechear o seu pad thai. Mas pode ter sido de alguma outra comida que comemos naquele dia.
No NANG LOENG MARKET, a experiência se distancia dos roteiros convencionais, oferecendo uma imersão autêntica na cultura local. Diferentemente de outros mercados que misturam produtos diversos, aqui a gastronomia reina. O ambiente é convidativo, com ruas tranquilas que conduzem a uma praça de alimentação onde a culinária tailandesa se revela em sua essência. Destaque para o Tong Yord, uma iguaria feita com gemas de ovos e açúcar, considerada uma das melhores da cidade (lembrou de doces portugueses?). Recomenda-se a visita durante a semana para uma experiência mais genuína, das 10h às 14h, todos os dias.
Por último, na seara gastronômica-boêmia, não poderia deixar de mencionar a rua Khao San, que tem apenas 4 metros de comprimento, mas concentra uma quantidade gigantesca de bares, casas de massagens, hostels dentre outros tipos de estabelecimentos que agradam em demasia o público jovem de espírito. Fica a apenas 1 km do Grande Palácio, antigo endereço da Nobreza da Tailândia até 1925.
Lá se encontra de tudo um pouco, além de carrinhos com espetinhos de escorpiões, de taturanas, gafanhotos, etc. Pra somente tirar uma foto também é cobrado. Não me habilitei em mais essa cilada para turistas (ops!), pois a impressão que deu é que esses espetinhos todos não são vendidos em apenas um dia. Então o que você acaba comendo pode estar ali exposto há bastante tempo, o que pode lhe levar a ter uma bela de uma gastroenterite no meio de sua viagem mágica pro Sudeste Asiático. Mas pros mais aventureiros, caiam de boca!
Ao explorar a Khao San Road, vira e mexe eu ouvia alguém falando baixinho no meu pé do ouvido algo como “ping pong” ou oferecendo algo provavelmente ilícito (!). Para aqueles que não estão familiarizados com o termo, ping pong nesse contexto quer dizer shows eróticos de pompoarismo (malhação vaginal) onde mulheres tailandesas com suas pepecas bem treinadas arremessam bolas de ping pong na plateia, além de fumarem um charuto, dentre outras curiosidades vulvenses.
P.s.: no filme australiano Priscila, a Rainha do Deserto de 1994 há uma cena de uma performer com uma bolinha de ping pong que popularizou esse show pelo mundo.
Perguntas, então, aí do outro lado da tela, se Tonho foi a um show desses ao vivo? Eu tentei ir, até fui a um show erótico, mas infelizmente a grande performer da bolinha de ping pong não apareceu; era propaganda enganosa, ou não tive paciência de esperar a madrugada toda para ela aparecer. O dia seguinte prometia mais aventuras e fui simbora pro hotel para os braços de Orfeu.
Ainda, no quesito gastronomia, boêmia, entretenimento noturno, segue uma lista dos rooftops mais populares de Bangkok, que oferecem vistas panorâmicas deslumbrantes da cidade e coquetéis sofisticados: destacado-se o icônico Sky Bar no Lebua State Tower (do filme “Se Beber, Não Case 2”), o Vertigo no Banyan Tree com formato de navio, e o Mahanakhon SkyWalk, o mais alto. Outras opções badaladas incluem o temático Tichuca Rooftop, o charmoso Pastel Rooftop Bar e o Octave Rooftop Lounge. O que não falta são rooftops! Quem sabe fazer um pub crawl só de rooftops por uma noitada, se ainda tens estômago?
Passemos agora a enumerar os Palácios, Templos e outros locais que visitei por lá (a ordem é aleatória e não a que segui in loco):
O GRAND PALACE é mais ou menos para os tailandeses o equivalente ao Palácio de Versailles para os franceses, guardadas as devidas proporções. Uma visita a ele pode durar o dia inteiro, se fores daqueles mais detalhistas, e meio dia, se fores mais rápido. O início de sua construção ocorreu em 1782 e foi residência e sede administrativa do Rei Tailandês por 150 anos. É obrigatório usar calças (não se pode mostrar joelhos) e também se deve cobrir os ombros.
Desavisadamente tive de comprar uma calça de seda com elefantes desenhados perto da entrada do Palácio para conseguir acesso a ele. E até hoje tenho essa calça confortabilíssima para utilizar nos dias em que preciso ir a uma festa a fantasia ou pro carnaVRAU (no caso, fantasia de hippie-flower-power).
Cheguei cedo pra poder pegar o palácio ainda sem tanta gente. Ele lota muito no restante do dia. O ingresso para entrar nele vale cada centavo. A sua arquitetura é impressionante para um ocidental acostumado com linhas retas e a influência do racionalismo de Le Corbusier em tudo (pra quem mora em Brasília ainda mais…). O Grand Palace consta de diversas construções. Uma delas me chamou bastante a atenção, pois a base era no estilo eclético europeu e o topo era um telhado retorcido no estilo local (confira nas fotos!). Dizem que foi um dos Reis de lá que estudou na Europa e decidiu construir essa parte do palácio mesclada. O Templo WAT PHRA KAEW fica dentro do complexo do Grand Palace e o famoso Buda de Esmeralda é sua maior atração.
O templo WAT PHO foi o mais impactante pra mim. Dentro da construção principal tem um Buda gigantesco deitado dourado de 46 metros de comprimento (o equivalente a um prédio de 15 andares). No entorno, ainda no templo, há mosaicos coloridos, fileiras de Budas dourados, capelinhas e CHEDIS (ou STUPAS), que são estruturas em forma de torre ou sino que servem de monumentos funerários.
Ah, e pra fechar com chave de oiro a visita ao templo do Buda deitado, existe a escola de massagem e medicina tailandesa mais topzter da região. O espaço é meio pequeno, mas a massagem que eu fiz lá foi a melhor de todas, sem comparação.
O WAT ARUN é outro templo incrível que fica na beira oposta do centro da cidade do rio Chao Phraya. No fim de tarde ele fica mais lindo, quando iluminado. Pra chegar nele, basta ir até o Tah Tian (que é o terminal de barcos do lado do centro da cidade).
A aproximadamente 2km ao norte do Wat Arun fica o Mercado Wang Lang, que é um dos melhores lugares pra provar a renomeada comida de rua tailandesa. São diversas barraquinhas de comidas variadas. A melhor hora pra ir lá é perto do meio dia durante a semana.
Outro templo que é preciso visitar é o Wat Ratchanatdaram, com seus 36 metros de altura, 37 pináculos (que simbolizam as qualidades para alcançar a iluminação no budismo) e o teto coberto com azulejos de bronze. Dentro, você encontra estátuas, espaços para meditação. E, para completar, atrás tem um mercado de amuletos budistas.
Outro templo que gostei muito foi o GOLDEN MOUNT (Wat Saket), que na Bangkok plana, se destaca pelos seus 58 metros de altura, de onde se tem uma vista geral da cidade muito bonita. Ele fica próximo ao Wat Ratchanatdaram.
Existe mais de um MERCADO FLUTUANTE no entorno de Bangkok. Essas feiras flutuantes, localizadas fora do centro da cidade, operam aos fins de semana ao longo dos canais, com a venda de produtos tanto em terra firme quanto em embarcações. O mais conhecido é o Damnoen Saduak Floating Market, um mercado imenso e com grande apelo visual, porém direcionado ao público turístico e situado a 100 km de Bangkok. O Amantawa, com características semelhantes, também é bastante atraente, mas encontra-se a uma distância considerável (90 km) e costuma estar bastante movimentado. O acesso a ambos os mercados geralmente requer a contratação de um tour ou uma viagem de longa duração em transporte público. Eu não tive ânimo pra fazer isso e acabei indo no Taling Chan Floating Market, que fica a apenas 9km do centro da cidade. A melhor maneira de chegar a ele é de barco, de algum dos portos na beira do próprio rio Chao Phraya. Lembre-se de barganhar o preço pela “corrida” de barco até o Taling Chan. Ainda há o Khlong Lat Mayom Floating Market, que também fica na cidade. Todos eles vão ter uma variedade enorme de comidas e objetos interessantes pra serem avaliados, provados, degustados e barganhados/regateados. Faça sua festa!
Existe mais de um MERCADO FLUTUANTE no entorno de Bangkok. Essas feiras flutuantes, localizadas fora do centro da cidade, operam aos fins de semana ao longo dos canais, com a venda de produtos tanto em terra firme quanto em embarcações. O mais conhecido é o Damnoen Saduak Floating Market, um mercado imenso e com grande apelo visual, porém direcionado ao público turístico e situado a 100 km de Bangkok.
O Amantawa, com características semelhantes, também é bastante atraente, mas encontra-se a uma distância considerável (90 km) e costuma estar bastante movimentado. O acesso a ambos os mercados geralmente requer a contratação de um tour ou uma viagem de longa duração em transporte público. Eu não tive ânimo pra fazer isso e acabei indo no Taling Chan Floating Market, que fica a apenas 9km do centro da cidade. A melhor maneira de chegar a ele é de barco, de algum dos portos na beira do próprio rio Chao Phraya. Lembre-se de barganhar o preço pela “corrida” de barco até o Taling Chan. Ainda há o Khlong Lat Mayom Floating Market, que também fica na cidade. Todos eles vão ter uma variedade enorme de comidas e objetos interessantes pra serem avaliados, provados, degustados e barganhados/regateados. Faça sua festa!
O Mercado de Flores Pak Khlong Talad é todo dedicado a…. flores! Lá você encontra bancas e mais bancas repletas de flores, tanto avulsas quanto em arranjos incríveis, que se espalham por uma área coberta e pelas ruas. O horário ideal para ver o mercado bombando mesmo é de madrugada, depois da meia-noite, mas dá pra visitar durante o dia também. Aberto todos os dias, 24 horas.
Toda grande cidade que se preze tem a sua Chinatown, e em Bangkok não podia ser diferente. A Chinatown de Bangkok é DEMAISH! É a mais marcante que já fui, por ter um ar de outra era. Se imagine dentro de um filme de kung fu da era de Bruce Lee, ou num cenário de James Bond na década de 60/70. Muitas joalherias, mercados de especiarias, restaurantes chineses que oferecem a autêntica comida chinesa dividida por suas diferentes regiões (e não aquele basicão de frango xadrez, carne acebolada e arroz chop suey, além da entradinha onipresente: rolinhos primavera).
Acrescente a isso um comércio de rua intenso, com muitas barraquinhas de comidas que você não faz ideia do que sejam feitas. Foi lá, que pela primeira vez senti o cheiro de DURIÃO. Durian em inglês. É simplesmente a fruta mais fedida do mundo todo. Prima distante da jaca, que eu adoro, o durião tem um cheiro de gás de cozinha, alho e algum animal em decomposição. De longe você vai sentindo um cheiro estranho e quanto mais se aproxima o cheiro fica mais forte. Recomendo provar, se fores curioso!
O cheiro do durião toma conta de tudo. Isso aconteceu uma vez quando fui tomar um sorvete em Bali. Escolhi outros sabores, mas o durião que estava ali no freezer mostruário da sorveteria emprestou seu gosto para todos os demais sabores.
A entrada oficial de Chinatown é pelo templo Wat Traimit, com uma fachada bem diferente que guarda a maior estátua banhada a ouro do Buda no mundo. De lá, a agitação vai pra Yaowarat Road, que de dia tem as calçadas cheias de lojas e, à noite, vira um dos melhores lugares pra comer na rua. E não deixe de dar uma volta na Sampeng Lane, uma ruela cheia de feirinhas.
Até explorar os shoppings de Bangkok pode ser uma aventura exótica, especialmente nas proximidades das estações BTS Sky Train National Stadium, Siam até Sukhumvit Road. A área, vibrante e movimentada, oferece uma experiência de compras diferente para nós, ocidentais.
O shopping MBK, complexo de seis andares, é um universo de opções, desde produtos populares a artigos de marcas renomadas. Também incorpora barracas, criando um ambiente de feira que se vê muito nas ruas da cidade. Sua praça de alimentação oferece uma variedade de pratos tailandeses com descrições em inglês, o que pode ajudar na decisão do que comer. Foi aqui que resolvi provar a famosa SALADA DE PAPAYA VERDE da culinária local. E foi a comida MAIS APIMENTADA QUE COMI NA VIDA. Depois dela, não senti muito bem o sabor de mais nada que comi a seguir como prato principal. A coisa só foi melhorar mesmo com a sobremesa e bastante água. Para uma experiência mais sofisticada e com preços semelhantes aos dos Estados Unidos, o shopping Siam Paragon apresenta marcas internacionais. Já o Siam Center destaca designers e marcas locais, com uma curadoria de vitrines mais diversificadas com o toque tailandês.
Um passeio cultural nessa região moderna da cidade em que os shoppings estão concentrados é visitar o Bangkok Art and Culture Centre, que oferece exposições e lojas com arte, artigos de papelaria, bijuterias, acessórios, livrarias e cafés, além de estar abrigado numa edificação, que internamente tem linhas futuristas que lembram o museu Guggenheim de NYC. Também tem o Moca Bangkok (Museu de Arte Contemporânea), com instalações modernas, mais ao norte da cidade. Dá pra chegar de Skytrain.
Outra coisa que você deve fazer estando lá são as famosas massagens tailandesas, conforme falei acima ao ir no tempolo do Buda deitado. São uma fusão de técnicas terapêuticas que incorporam a pressão de pontos, os princípios do ayurveda e elementos do yoga, e proporcionam uma experiência revigorante. Apesar do desconforto, a sensação é que o terapeuta trabalha precisamente as áreas que mais necessitam de atenção. O custo é altamente acessível, tornando-a um prazer acessível durante toda a viagem. Depois daquela caminhada do dia inteiro explorando todas as maravilhas de Bangkok, nada como uma boa massagem dessas nas pernas, nos pés, ou na coluna. Que tal?
O mercado de CHATUCHAK merece destaque no meu roteiro. Ele é uma espécie de 25 de março em SP, ou feirinha de Caruaru tailandesa. É um mercado de fim de semana que rola nas sextas das 18hs até meia noite e nos sábados e domingos das 9hs às 18hs. Comprei camisas descoladas a preço bem bacana. Tonha comprou luzinhas decorativas coloridas. Peguei de presente pra meu pai umas sandálias em formato de peixe que faz muito sucesso com os netinhos dele! Há ainda muitas outras opções de roupas, sabonetes, velas, antiguidades, obras de arte, artigos de decoração e até livros. Vá pela manhã quando ele abrir, logo depois de forrar o bucho com um baita café da manhã no seu Hotel/Airbnb. Fica a dica, by Tonho Bordão.
Assistir a uma luta de muay thai
Muay thai é uma típica luta tailandesa e levada super à sério no país. Existem muitos lugares para se ver, mas eu aconselho a ir em frente à estação de metrô National Stadium todas as quartas, das 18h às 20h30 que rolam várias lutas. É gratuito e uma beleza ver a energia da torcida.
Bom, é isso que eu tinha pra falar de Bangkok!
Agora reforço um convite aqui que já fiz num post anterior:
A cereja do bolo tailandês será a resenha que faço da famosa ILHA PHI PHI (se ainda não ouviu falar de Phi Phi Koh (no idioma loca, Koh é ilha), dá um googlada no termo e descubra que um filme com Leonardo di Caprio levou esse lugar ao estrelato e depois ao esgotamento. Isso mesmo. Entre 2018 e 2021 ou 22, salvo engano, Phi Phi Leh, que é um subdistrito desse conjunto de ilhas, foi interditada para o turismo porque simplesmente os corais da região estavam TOTALMENTE mortos. Ainda bem que a mãe natureza e o governo local fizeram o seu trabalho. Phi phi Leh agora pode ser visitada novamente, porém com restrições em relação a como o turismo predatório era feito antes. Agora existem plataformas pelas quais o visitante deve pisar para não danificar os corais e sua vegetação, além de restrições maiores quanto ao número de pessoas por dia que a ilha aceita em suas visitas.
Ainda quero voltar lá pra conhecer uma porrada de outros lugares, como Chiang Mai nas montanhas do norte do país, Koh Samui (mais recente cenário daquela série da moda White Lotus), o Parque Nacional Khao Sok e seus penhascos que parecem saídos do filme Avatar, além de outras milhares de ilhas e praias paradisíacas.
Pôrran, isso são simplesmente dois dos locais que visitei na Tailândia! Não vou me prolongar mais aqui. Se você ainda não tem curiosidade de ir lá, só posso lamentar!
Veja o próximo post para DEFINITIVAMENTE adentrar na minhas dicas de Bangkok!














































