BANGKOK (um convite) – TAILÂNDIA

Ah… a Tailândia! Eu tenho um caso de AMOR por esse país! 

Paixão tardia, é verdade… E vou lhe confessar: primeira vez que fui ao país, apenas conheci Bangkok (sua gigante capital). E fui de última hora. Foi um plano “B” que teve de ser executado em razão do plano “A” simplesmente estar com cinzas de um vulcão no caminho, o que impossibilitava de o avião chegar até lá; era a também lindíssima e única Bali, na Indonésia (se liga nesses posts em que falo de Bali!). O plano B foi a Tailândia. Com 24 horas de antecedência refiz reservas de hotel, avião e parti pra essa aventura inesquecível. Eu tava baseado em Singapura (que será motivo de futuro post!).

Bangkok à primeira vista pode ser um local inóspito para algum visitante desavisado ocidental (como nós, brazucas, acostumados a ir pros EUA e pra Europa e ver tudo limpinho). Ela é caótica, suja em alguns lugares, cheia de motos e tuk tuks por todos os lados, malcheirosa em alguns lugares, como nos canais em que desaguam esgoto a céu aberto (quem nunca, ora?!).

LEMBROU de algum lugar? Eu lembrei! Da “Veneza brasileira” Hellcifeliz (Recife) pra mim é caótica, bonita e cheirosa em alguns cantos, mas também tem esgoto a céu aberto em outros. Inclusive nos bairros mais nobres como Boa Viagem, fede também à bosta. Lembrei até de uma letra de música de Reginaldo Rossi agora: “eu sei que a burguesia fede, mas tem dinheiro pra comprar perfume… e além do mais o high society leva chifre e não tenho ciúme…”. Mas romanticamente, eu digo que o cheiro de merda de Recife é o cheiro do manguezal, que está por ali serpenteando a capital de Pernambuco nas franjas dos rios Capibaribe e Beberibe. Há um ditado pernambucano que diz muito sobre a mania de grandeza do povo de lá (eu, incluído, pois sou de PE): “…e, da junção dos rios Beberibe e Capibaribe, formou-se o OCEANO ATLÂNTICO!”.

Mas, voltando à Tailândia e à Bangkok: também é simplesmente frenética e fantástica!! Saí da Tailândia pela primeira vez jurando NUNCA mais botar os pés naquele país. Também acho que foi a companhia… bota uma ex-mulher na bagagem e já sabe no que dá, né?! Brincadeirinha…! Foi massa de qualquer forma, mesmo tendo tido uma primeira impressão não tão boa do lugar.

A segunda vez que decidi enfrentar Bangkok eu fui com DaniEllen. Ah! Ops… Aqui é Eduardo falando. Fui com Tonha, minha admirável companheira de todas as aventuras. Mas voltando ao assunto que interessa aqui, pois fui tragado por justificativas para um relacionamento anterior fracassado que queira ou não deixa suas cicatrizes, Bangkok é tudo isso que falei acima. Não retiro nem uma sílaba do que foi dito.

Mas a comida é magnífica! Ela também é linda, cheia de templos budistas milenares bem conservados, e ao mesmo tempo futurística com arranha-céus espalhados em mais de um centro, desafiando a gravidade com seus rooftops estilosos, cheia de restaurantes e de comida de rua de primeiríssima qualidade, inclusive com diversas estrelas Michelin premiando esta sua famosíssima street food. 

Além disso, ela tem um rio sinuoso que a cruza de norte a sul e deságua no GOLFO DA TAILÂNDIA. Pense numa cultura milenar que nunca se deixou colonizar por NENHUMA potência europeia, na época em que os Europeus se achavam no direito de colonizar algum país ou cultura. Que petulância, hein?!

Mas antes que eu me esqueça, a Tailândia além de ser MUITO barata para o turista brasileiro (pelo menos até a última cotação do câmbio…), também tem um povo muito hospitaleiro, em sua maioria de origem budista, com praticamente zero violência, se fores comparar com nossos níveis de violência. Quer mais alguma informação?

Venha ler o meu roteiro de Bangkok e saiba um pouco mais sobre a cultura, a comida e outras cositas más.

A cereja do bolo será a resenha que faço da famosa ILHA PHI PHI (se ainda não ouviu falar de Phi Phi Koh (no idioma loca, Koh é ilha), dá um googlada no termo e descubra que um filme com Leonardo di Caprio levou esse lugar ao estrelato e depois ao esgotamento. Isso mesmo. Entre 2018 e 2021 ou 22, salvo engano, Phi Phi Leh, que é um subdistrito desse conjunto de ilhas, foi interditada para o turismo porque simplesmente os corais da região estavam TOTALMENTE mortos. 

Ainda bem que a mãe natureza e o governo local fizeram o seu trabalho. Phi Phi Leh agora pode ser visitada novamente, porém, com restrições em relação a como o turismo predatório era feito antes. Agora existem plataformas pelas quais o visitante deve pisar para não danificar a vegetação da ilha e os corais de suas praias, além de restrições maiores quanto ao número de pessoas por dia que a ilha aceita em suas visitas.

Ainda quero voltar lá pra conhecer uma porrada de outros lugares, como Chiang Mai nas montanhas do norte do país, Koh Samui (mais recente cenário daquela série da moda White Lotus), o Parque Nacional Khao Sok e seus penhascos que parecem saídos do filme Avatar, além de outras milhares de ilhas e praias paradisíacas.

Pôrran, isso são simplesmente dois dos locais que visitei na Tailândia! Não vou me prolongar mais aqui. Se você ainda não tem curiosidade de ir lá, só posso lamentar!

Veja o próximo post para DEFINITIVAMENTE adentrar na minhas dicas de Bangkok!

Por Published On: janeiro 24th, 2026Categorias: AsiaTags: , ,

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